Revista BRENT marcou presença no Angola Oil & Gas (AOG) 2026, realizado nos dias 9 e 10 de Setembro no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda. Durante dois dias, a nossa equipa acompanhou de perto os painéis, as sessões técnicas e os encontros de bastidores que definem hoje a agenda do sector petrolífero angolano — e levou essa cobertura, em tempo real, às plataformas digitais da publicação.
A actuação da BRENT no maior evento de petróleo e gás do País não foi um exercício de protocolo. Foi uma escolha editorial. Acreditamos que uma publicação especializada só cumpre o seu papel quando está onde as decisões se discutem, ouve quem as toma e traduz esse conteúdo para um público que precisa de informação clara, rigorosa e útil.
Um evento que define o ciclo
O AOG 2026 chega num momento particular. Organizado em parceria entre o Executivo angolano e a Energy Capital & Power, com o apoio do Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET), o encontro reuniu em Talatona operadores internacionais, empresas de serviços, investidores, reguladores e quadros da Administração Pública. O Ministro Diamantino Azevedo foi a figura central desta edição.
O contexto explica o peso do evento. Angola entrou naquilo que o próprio sector já designa como um novo ciclo de produção. O primeiro gás do campo de Quiluma, entregue pelo New Gas Consortium em Março, colocou o País no mapa do gás natural não associado. O campo de Ndungu arrancou em Fevereiro. A descoberta de Algaita-01 aponta para volumes significativos. Foram atribuídos quatro novos blocos nas bacias de fronteira de Benguela e do Namibe, e o Executivo prepara a disponibilização de dezenas de blocos onshore.
A jusante, a agenda é igualmente densa: depois do arranque da refinaria de Cabinda em 2025, o País trabalha para colocar em operação as unidades do Lobito e do Soyo. No conjunto, fala-se de uma carteira de investimento upstream na ordem dos 70 mil milhões de dólares.
Estes não são números para consumo institucional. São decisões que se traduzem em contratos, em conteúdo local, em postos de trabalho e em capacidade técnica instalada. Cobri-los com seriedade é uma responsabilidade.
O papel da BRENT
A Revista BRENT nasceu para preencher um espaço concreto: o de uma publicação angolana, feita em Angola, capaz de falar do sector petrolífero com profundidade técnica e sem perder a clareza. Durante o AOG 2026, essa missão traduziu-se em trabalho no terreno — registo dos painéis, conversas com executivos e quadros do sector, produção de conteúdo diferenciado para cada plataforma e versões institucionais em inglês, para servir também o público internacional presente em Talatona.
O que distingue a nossa abordagem é a proximidade. Não nos limitamos a reproduzir comunicados. Procuramos a leitura que está por trás do anúncio: o que muda para as empresas de serviços angolanas, que competências o mercado vai exigir nos próximos anos, onde estão os constrangimentos e onde estão as oportunidades reais.
Um compromisso de longo prazo
A presença no AOG 2026 confirma aquilo que temos vindo a construir desde o lançamento da publicação: uma linha editorial consistente, presença activa nos principais fóruns do sector e parcerias institucionais sólidas com os agentes que fazem a indústria acontecer.
O sector petrolífero angolano é a espinha dorsal da economia nacional e atravessa uma fase de transformação exigente — diversificação, transição energética, reforço do conteúdo local e atracção de novo investimento. Um sector desta dimensão merece uma imprensa especializada à altura.
É esse o compromisso da Revista BRENT: estar presente, ouvir, registar e publicar. Não apenas nos momentos de maior visibilidade, mas ao longo de todo o ciclo — porque é na continuidade, e não no evento isolado, que se constrói credibilidade editorial.
Agradecemos à organização do Angola Oil & Gas, aos parceiros e a todos os profissionais que connosco partilharam o seu tempo e a sua visão durante estes dois dias em Talatona. Continuaremos a acompanhar de perto a evolução do sector e a trazer aos nossos leitores a informação que importa.